Benchmarking: melhorando a qualidade e desempenho na saúde

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Juliana Geremias

Juliana Geremias

Desde a infância, aprendemos a fazer comparações. Comparamos brinquedos, notas escolares, altura e muitos outros aspectos da vida. Essa atitude é completamente normal e, muitas vezes, essas comparações nos impulsionam a buscar melhorias. No mundo corporativo, a situação não é diferente. A busca pela excelência leva instituições de diversas áreas a adotarem práticas que otimizam seus processos e resultados. Entre essas práticas, destaca-se o uso do benchmarking.

Portanto, neste post, vamos explorar esse conceito e fornecer dicas valiosas para implementar benchmarking em sua organização de saúde. Boa leitura!

Mas o que é benchmarking?

Resumidamente podemos dizer que é um processo sistemático de comparação do desempenho de uma organização com o de outras, consideradas as melhores no setor ou em setores diferentes.

Além disso, o objetivo do Benchmarking é identificar as melhores práticas e implementá-las para melhorar a eficiência, a qualidade e a competitividade. Em termos simples, o processo envolve aprender com os melhores para melhorar continuamente.

Quais os tipos de benchmarking?

Existem vários tipos de benchmarking que podem ser aplicados na área da saúde, são eles:

  1. Benchmarking Interno: Comparação de desempenho entre departamentos ou unidades dentro da mesma organização.
  2. Benchmarking Competitivo: Comparação com os principais concorrentes diretos no mercado de saúde.
  3. Benchmarking Funcional: Comparação com organizações fora do setor de saúde, mas que têm processos funcionais similares.
  4. Benchmarking Genérico: Comparação com qualquer organização reconhecida pela excelência em um determinado processo ou prática.

A importância e benefícios do Benchmarking para melhorar a qualidade e desempenho na saúde

O benchmarking traz inúmeros benefícios para as instituições de saúde, incluindo:

  • Melhoria Contínua: Identifica áreas de melhoria e implementa melhores práticas para aumentar a eficiência e a qualidade.
  • Vantagem Competitiva: Permite que as instituições se mantenham competitivas ao adotar práticas de alto desempenho.
  • Qualidade do Serviço: Melhora a segurança do paciente e a satisfação do cliente através de processos otimizados.
  • Inovação: Incentiva a inovação ao expor a organização a novas ideias e tecnologias.
  • Eficiência Operacional: Reduz custos ao melhorar processos e eliminar desperdícios.

Passo a passo para fazer o Benchmarking

Implementar benchmarking pode parecer uma tarefa complexa, mas seguindo um processo sistemático, é possível obter resultados significativos.

Aqui estão algumas dicas valiosas para conduzir benchmarking em sua instituição de saúde:

1. Planejamento

  • Definir Objetivos: Determine o que você quer alcançar com o benchmarking. Pode ser melhorar a segurança do paciente, reduzir tempos de espera ou aumentar a eficiência dos processos.
  • Escolher Indicadores: Selecione as métricas de qualidade mais relevantes para os objetivos definidos. Alguns exemplos são taxa de infecção hospitalar, tempo de resposta a emergências e índice de satisfação dos pacientes.

2. Coleta de dados

  • Identificar Parceiros de Benchmarking: Escolha instituições ou departamentos que possuem desempenho superior nos indicadores selecionados.
  • Coletar Dados: Reúna dados quantitativos e qualitativos. Isso pode envolver pesquisas, entrevistas, visitas técnicas e análise de documentos.

3. Análise

  • Comparar Desempenho: Analise os dados coletados e compare com os da sua organização. Identifique as lacunas de desempenho.
  • Identificar Melhores Práticas: Destaque as práticas que levam a um desempenho superior e avalie como elas podem ser adaptadas à sua organização.

4. Implementação

  • Desenvolver Plano de Ação: Crie um plano detalhado para implementar as melhores práticas identificadas. Defina prazos, responsáveis e recursos necessários.
  • Treinamento e Comunicação: Certifique-se de que toda a equipe esteja ciente das mudanças e treinada adequadamente.

5. Monitoramento e avaliação

  • Acompanhar Progresso: Monitore regularmente a implementação das novas práticas e avalie seu impacto nos indicadores de qualidade.
  • Ajustar conforme Necessário: Faça ajustes no plano de ação conforme necessário para garantir que os objetivos de melhoria sejam alcançados.

Como escolher o Benchmarking ideal?

Escolher o benchmarking ideal depende de vários fatores específicos da sua organização:

  • Objetivos Claros: Alinhe os objetivos do benchmarking com os objetivos estratégicos da sua organização.
  • Relevância dos Dados: Certifique-se de que os dados comparativos são relevantes e precisos.
  • Capacidade de Implementação: Avalie se a sua organização possui os recursos e a capacidade necessários para implementar as melhores práticas identificadas.
  • Cultura Organizacional: Considere a cultura e o ambiente de trabalho da sua organização. A implementação será mais eficaz se a cultura estiver alinhada com as mudanças planejadas.

Conclusão: melhorando a qualidade e desempenho na saúde

Enfim, o uso de benchmarks e métricas de qualidade na saúde é uma ferramenta poderosa para melhorar o desempenho organizacional. Ao aprender com os melhores, as instituições de saúde podem adotar práticas que resultem em melhor atendimento ao paciente, maior eficiência operacional e um ambiente de trabalho mais seguro e satisfatório para os profissionais de saúde.

Implementar um processo de benchmarking de forma sistemática e estratégica pode transformar sua organização, levando-a a alcançar níveis mais elevados de excelência e qualidade.

Adotar benchmarks e métricas de qualidade na saúde não é apenas uma estratégia de melhoria; é um compromisso com a excelência contínua e com a prestação de serviços de saúde de alta qualidade. Invista no benchmarking e veja a diferença que ele pode fazer na sua instituição.

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